Simples Assim!
Alguns meses atrás, enquanto pensávamos aqui na Plano Bê em como divulgar um de nossos principais produtos, o WALK, uma plataforma de desenvolvimento de aplicações para terminais POS (as maquininhas usadas para transações com cartões de crédito), decidimos que a apresentação deveria ser o mais simples e bem humorada possível para que a mensagem fosse passada de forma bem clara e fácil de ser entendida.
Não somos nenhuma agência de publicidade, mas um de nossos valores, sempre foi a CRIATIVIDADE, então inspirados nos trabalhos de um americano chamado Lee Lefever, resolvemos criar um vídeo que pudesse explicar a plataforma WALK e divertir ao mesmo tempo, de maneira simples e criativa.
Eu e meu sócio discutimos alguns pontos mais essenciais, o que a mensagem deveria representar e daí em diante era "arregaçar as mangas" e trabalhar na idéia.
Providenciei então uma super prancheta inteligente (conhecida como folhas de papel sulfite tamanho A4) com recursos de editoração eletrônica de última geração (um lápis e uma borracha) para montar nosso story board, desenhei quadros numerados e montei a primeira versão. Deste primeiro story board, desenhado a lápis e depois de gastar muita borracha e fazer bastante sujeira na mesa de trabalho, fizemos algumas modificações e adaptações até chegarmos a versão final. A idéia era completa, tínhamos pensado nos personagens, na história e no roteiro da animação, sem esquecermos da narração pois a idéia não era de um vídeo de cinema mudo afinal.
Providenciamos um KIT de última geração, daqueles que as melhores agências de publicidade possuem, e lá fomos nós executar o trabalho. O próximo passo foi desenhar os objetos, fazer os contornos, recortes e experimentações e variações de tamanhos. Nesta etapa passei algumas horas na madrugada em casa aprimorando meus grandes dotes como desenhista, pôxa e até me surpreendi, pois até então à mão livre não desenhava nem uma linha reta perfeita, :) Claro, usei um software de desenho no meu falecido NoteBook para me ajudar.
O segundo passo foi providenciar então um grande e profissional estúdio de filmagens, com iluminação de última geração, cercado de LEDs e recursos vistos só em Hollywood. Depois de horas e horas de testes com iluminação, fechando e abrindo janelas, acendendo e apagando luzes (e velas), chegamos a um efeito que julgávamos ser o melhor que poderíamos alcançar, então, era hora de por mãos à obra.
Passamos a filmar em alguns dias (e noites) seguindo o roteiro e respeitando a risca nosso story board até finalizarmos um grande vídeo com muitos frames e muitos erros, desses que a gente comete quando é primário no assunto, afinal nossa experiência com filmagens se dava apenas com nossas câmeras amadoras em festas de aniversários, casamentos (e alguns velórios também :] ).
A edição, recortes, montagem ficou por conta do Luis Gustavo, já que tinha um MACBOOK (olha a maçãzinha acesa lá pra provar) nas mãos entendia mais sobre iMovie do qualquer um aqui na Plano Bê.
A versão final do vídeo, antes da inclusão do áudio, tinha ficado perfeita, claro que respeitando os limites de nossos conhecimentos sobre o assunto, recursos e técnicas utilizadas, mas para a nossa primeira experiência, estava lindo!
Faltava a narração, uma voz que pudesse combinar com o vídeo e passasse a mensagem de forma clara, sem o sotaque de interior mineiro do "poRta abeRta" daqui de nossa cidade. Ai apareceu o nosso "Rouxinol de Ouro", importado da capital, nosso amigo Arthur. Usando também recursos ultra-modernos de captação de som só vistos em estúdios profissionais reconhecidos muldialmente (lê-se um microfone USB que faz parte do game chamado Guitar Hero), gravamos a narração e mais uma vez, como usuário experiente de produtos Apple, o Luis Gustavo usou todas as suas habilidades para sincronizar o áudio ao vídeo e fechamos o projeto.
Pronto estava pronto nosso primeiro vídeo in Plain Portuguese, como é chamada a técnica.
O vídeo tem sido visto por centenas de pessoas no mundo todo, e tem nos rendido alguns elogios e até mesmo serviu para atrair uma oportunidade com uma grande multinacional do mundo dos terminais POS.
A primeira experiência, usando recursos limitados nos rendeu um aprendizado muito importante, o que podemos fazer o que quisermos, se tivermos uma boa idéia e uma excelente execução em equipe.
Assistiu o vídeo? Entendeu? Não? Oras então deixa um comentário ai, mas se entendeu, deixa comentários também ora pois.
Grande abraços a todos e por favor, nos ajudem a divulgar nosso trabalho.
Mundo Mac! Agora sim
Apesar de já ter tido contado com Macs, pois meu sócio já havia comprado um MacBook em 2007, o Bruno Satierf, que também faz parte de nossa equipe, possuir um MacBook e a Plano Bê ter comprado um iMac em 2008, eu particularmente nunca tinha usado um. Meu desejo em me tornar um "switcher" começou quando meu sócio me mostrava recursos, facilidades e qualidades que só mesmo uma máquina Apple poderia ter. Porém, quando comecei a frequentar alguns eventos sobre tecnologia e perceber que 90% dos participantes usavam MacBooks e os que não usam Macs, tinham Ubuntus em seus Notebooks, percebi que era hora de migrar.
Semana passada, enfim, botei a mão em meu primeiro Mac (um Mac Book Pro de 13 polegadas em alumínio), meu primeiro contato direto com o Mac OS, e pronto, percebi o quanto precisava aprender.
Vou aproveitar este artigo para comentar algo vem sendo discutido nos últimos meses em nosso escritório: "O quanto precisamos aprender!". É verdade, passei a minha vida inteira aprendendo sobre MS DOS, Windows 3.1, Windows 95, Windows Server, Windows XP, e percebi que na verdade eu não aprendi muita coisa.
Uma mudança de ambiente, quando se está moldado, acostumado com certos valores, traz sim um desconforto inicial, um sentimento de que num primeiro momento aquilo não será fácil, mas então é preciso se deixar envolver pelo sentimento do desafio, da coragem de querer re-aprender, e tudo começa a ficar claro. Na verdade, isso se chama também "Mudança de Paradigmas".
Claro, com a ajuda do Fábio Akita, que gentilmente escreveu um excelente Post em seu blog para ajudar os iniciantes no mundo Mac, pude aprender alguns bons truques e muitas coisas a respeito sobre Macs. Ao Akita, muito obrigado.
É realmente incrível a qualidade dos produtos criados pela Apple, a equipe de engenheiros e designers realmente pensam no mínimo dos mínimos detalhes, exatamente como discorrido no livro: A cabeça de Steve jobs.
Para começar o cabo emborrachado de energia que possui uma pequena ponta magnética que se "gruda" instantaneamente no encaixe quando aproximado, com um pequeno e discreto led que indica quando a bateria está em recarga ou cheia.
A estrutura em alumínio em uma peça única, chamada unibody, sem parafusos ou encaixes, o teclado iluminado, o efeito luminoso do teclado iluminado quando se reduz ou aumenta a intensidade de iluminação, a disposição e maciez do teclado, o multi-touch track-pad que traz recursos incríveis para navegação, a qualidade de resolução do monitor, os leds de indicação de potência da bateria na lateral esquerda, enfim, tudo com a máxima preocupação em qualidade, que não aparece apenas no hardware, mas na beleza do sistema operacional e de seus softwares aplicativos.
A interface do Mac OS é realmente incrível, e o que num primeiro momento pareceu ser difícil, foi se tornando tão óbvio e ridiculamente simples que confesso, me senti envergonhado, rss.
A instalação de aplicativos, as configurações de rede, a navegação, a preocupação com um design bonito, limpo, é tudo muito perfeito.
Enfim, passei a entender porque do grande número de entusiastas pelo mundo por produtos Apple e o porque do grande numero de fãs por Macs, e passei a fazer parte desse grupo. :)
Falha de comunicação = Desperdício de Dinheiro

Já não me lembro de quantos artigos li a respeito deste tópico de hoje, que trata da Falha na Comunicação entre pessoas dentro de uma organização ou empresa, mas com certeza são muitas dezenas. E não há o que discutir: Falha na Comunicação pode trazer grandes conseqüências, tais quais o aborrecimento, a perda de tempo, de dinheiro e de credibilidade.
Singularidade: Ficção? Não, Realidade!

Talvez ao terminar de ler este post você possa pensar que tudo não passa de uma tremenda balela, ficção ou algo sem nenhum sentido. Respeito a opinião e as limitações de compreensão de cada pessoa, assim como respeito o pensamento criativo de muitas outras, porém o que expresso neste texto a seguir, reproduz tacitamente aquilo em que acredito e confio que acontecerá, ou melhor, que já está acontecendo!
Trata-se da Singularidade Tecnológica, o que para muitos não passa de um conceito ou teoria, mas que para mim é PURA REALIDADE.
Vernor Steffen Vinge, um cientista da computação, ex-professor de matemática da Universidade Estadual de San Diego, autor de vários livros premiados sobre ficção científica refere-se a Singularidade Tecnológica da seguinte maneira:
"Com o avanço da tecnologia, em um futuro próximo, criaremos - ou nos tornaremos - criaturas que ultrapassem os seres humanos nas dimensões intelectual e criativa. Eventos que vão além disso, são tão inimagináveis para nós quanto uma ópera é para um verme."
Vamos a algumas poucas considerações iniciais para então, no decorrer do texto, entendermos essa tal Singularidade:
Só depois de 1.943 anos da era crsitã (DC) é que o primeiro computador, chamado de ENIAC, começou a ser projetado na Universidade da Pensilvânia. Era composto por 18.000 válvulas, 15.000 relês e emitia o equivalente a 200 quilowats de calor;
No início dos anos 60 nascia um projeto militar americano chamado ARPANET que mais tarde evoluiu e se tornou a Internet que conhecemos atualmente;
28 anos depois do ENIAC, nascia o primeiro micro-chip, criado pela Intel, o Intel4004, no ano de 1971;
Muito mesmo antes da década de 70 terminar ou a de 80 iniciar, nasciam os primeiros computadores pessoais, período este que foram criados o Apple II, o TRS 80 da Tandy ou ainda o Zx 80 da Sinclair;
A partir de 1.985 a Internet começou a tomar impulso e começou a sua jornada para se tornar a grande rede que conhecemos hoje;
"A humanidade está prestes a testemunhar uma das maiores transformações históricas que irá transceder o modo como vivemos, pensamos e conhecemos a vida".

Os aparelhos que conhecemos hoje não serão nem de perto parecidos com o que usaremos no futuro, pois a Nanotecnologia permitirá que os aparelhos tomem formas diversas, mudem de cor instantâneamente e se pareçam como quisermos, a exemplo disto, nos dias de hoje há experimentos com aparelhos de celular que usam a Nanotecnologia, que mudam de forma e cor de acordo com uma bolsa de uma mulher. Veja um vídeo conceito sobre o aparelho aqui.
Ficção ou Realidade?
Minha narrativa acima quanto ao que penso sobre o futuro da tecnologia em nossas vidas até parece um roteiro desses filmes, ai pergunto: Haveria alguma razão para muito do que vimos nesses filmes não se tornar realidade? Para mim, razão nenhuma. Se analisarmos o que já vimos em filmes como na série 007 com James Bond, usando toda uma coleção de aparatos tecnológicos que se transformaram em realidade, podemos pensar que alguns desses filmes são apenas a ilustração daquilo que está por vir.

Os jovens de nossa geração, que se tornarão os cientistas e pesquisadores de amanhã, tem nas mãos a oportunidade de participar e fazer parte das transformações da nova era tecnológica e poderão entrar para a história.
As transformações pelo qual passaremos então, também abrirá portas para novas oportunidades e negócios no mundo todo, gerando bilhares e bilhares de dólares, euros ou seja lá a moeda que for, em lucros para as corporações que se anteverem e enxergarem tais oportunidades. Não posso deixar de citar também que muitos aproveitarão das oportunidades e possibilidades e irão buscar o poder, a possibilidade de ser superior a outras pessoas, de tirar proveito da fraqueza dos menos capacitados na época, prática comum do ser-humano.

Tanta evolução, tanta novidade e tantas mudanças não trarão apenas grandes benefícios, mas também grandes problemas a serem enfrentados, e isso já está sendo previsto.
Recentemente soube que a Google e a Nasa já estão tomando providências antecipadamente para promover uma Universidade que visará a formação de pessoas que estudarão os problemas causados pelo avanço tecnológico, evitando assim, por exemplo, que computadores com capacidade intelectual dezenas de vezes mais potente que a dos seres-humanos, possam nos dominar e passar a ter o controle, assim como na série de filmes Terminator, onde uma rede neural formada por computadores super-inteligentes chamada Skynet toma o controle do mundo e se torna superior a raça-humana.
A universidade já tem nome, e se chamará Universidade da Singularidade e será coordenada pelo então famoso Ray Kurzweil, um grande inventor e futurista americano, visionário e defensor da singularidade tecnológica, do qual sou fã de suas idéias e invenções. Kurzweil escreveu um livro em 2005 intitulado "A Singularidade está próxima", onde o escritor prevê que os computadores serão mais inteligentes que o ser-humano até a metade desse século.
Há uma palestra de Kurzweil no TED falando sobre a universidade da singularidade, que vale muito a pena ser assistida. Também há outras matérias sobre Kurzweil no Youtube falando sobre singularidade (aqui, aqui e aqui).
Em se falando de problemas, na minha opinião o maior de todos será o social, pois, a evolução não chegará a todos os seres-humanos nem a todo o mundo. Muitas pessoas não terão acesso a tecnologias, as transformações, as possibilidades do futuro. Serão como uma casta não evoluída, ficando a mercê de uma casta tecnológicamente evoluída e "superior". Haverá muito sofrimento e dor!
Espero que a Universidade da Singularidade preveja isso, para tentar amenizar os seus efeitos.
Compartilho da opinião de muitos visionários que acreditam na velocidade das transformações, que estamos vivendo o momento do início da virada tecnológica, que se dará a partir do hoje.
Parece insanidade tentar imaginar o que será de nós seres-humanos no futuro, num futuro não tão longe quanto alguns possam imaginar, mas particularmente espero estar vivo para presenciar parte disso tudo.
Uma coisa é certa, não se levará outros 1.943 anos para acontecer, será muito muito antes que isso.
PS: A maioria dos links que usei estão direcionando para artigos em Inglês pela qualidade e riqueza de informações que não encontrei em artigos em português.
[Delphi Series] Como saber o Serial Number de um HD via Delphi?

Recentemente procurando um trecho de código em Delphi para uma implementação em um dos poucos programas que ainda sou responsável, encontrei um código que escrevi há algum tempo atrás que me foi muito útil em uma ocasião onde precisava validar a instalação da aplicação mediante uma licença vinculada ao número de série do HD do PC instalado.
Além desta função, ainda encontrei outras tantas procedures e functions que escrevi e mantenho ainda em meus arquivos de código e pretendo disponibilizar esses códigos numa série específica de códigos em Pascal, para os que ainda desenvolvem em Delphi e passam talvez pela mesma necessidade que eu já passei algum dia.
Sei que talvez hoje poucas pessoas ainda estejam programando aplicativos para Desktop, Win32. Também acredito que o número de desenvolvedores que usam Delphi ainda, é bem menor que alguns anos atrás, mas também acredito que alguém ainda algum dia possa precisar, então ai vai o primeiro código, a que se refere à identificar o número de série de um HD.
Testei o código na versão 7 do Delphi em um PC com Windows XP SP3 e funcionou corretamente, ok?
function GetSerialNumberFromHD(const SourceDrive: String): String; var SerialNumber, DirLenght, Marks: DWord; DriveLabel: Array[0..11] of Char; stringDrive: String; charDrive: Char; begin Result := 'Error'; if (length(SourceDrive) = 0) then Exit; stringDrive := SourceDrive[1]; charDrive := stringDrive[1]; if (charDrive in ['A'..'Z','a'..'z'] = false) then Exit; try GetVolumeInformation(PChar(charDrive+':\'), DriveLabel, 12, @SerialNumber, DirLenght, Marks, nil, 0); Result := IntToHex(SerialNumber,8); except Result := 'Error'; end; end;
Para testar é simples:
Comece uma nova aplicação, acrescente um componente Button ao seu Form, e coloque o seguinte código no evento OnClick:
procedure TForm1.Button1Click(Sender: TObject);
begin
showmessage(GetSerialNumberFromHD('c:'));
end;
Espero ter ajudado! :)













