terça-feira, 17 de maio de 2011

Robôs que fazem ciência: Desvendando as Proteínas #Singularidade

O Brasil tem todas as condições para contribuir para os avanços tecnológicos no campo da automação.

Esses avanços estão revolucionando a pesquisa para a descoberta de novos fármacos a partir da síntese de novas moléculas, de acordo com Otávio Thiemann, do Instituto de Física de São Carlos (IFSC) da Universidade de São Paulo (USP).

Thiemann participou em Abril em São Paulo, do Simpósio sobre Biologia Sintética e Robótica, que teve como objetivo divulgar o novo campo multidisciplinar que envolve a automação e a síntese de biocomposto.

O evento foi organizado pela FAPESP e o Consulado Britânico em São Paulo, que fazem parte da Parceria Brasil Reino-Unido em Ciência e Inovação.

Cristalografia De Proteínas

Durante o evento, o pesquisador fez uma avaliação dos progressos e perspectivas de aplicações de robótica para cristalografia de proteínas - uma técnica que permite "enxergar" as moléculas de proteína em nível atômico.

As estruturas das moléculas, no entanto, não podem ser vistas corretamente, pois sua escala é menor do que o comprimento de onda da luz visível.

Devido a isso, os cientistas usam alta energia de raios-X, produzidos por linhas de luz síncrotron, para distinguir distâncias atômicas da ordem de alguns angstroms.

O processo genético é visto em resolução atômica.

Thiemann utiliza a técnica para a elucidação da estrutura molecular e função de proteínas-alvo na fisiologia dos parasitas, como Leishmania e Trypanosoma e também para avaliar o potencial destas moléculas para o desenvolvimento de novas drogas.

"Fases múltiplas de cristalografia de proteínas foram automatizadas, mas ainda existem alguns gargalos. As tecnologias de automação, no entanto, estão avançando rapidamente e devem fazer todo o ciclo muito mais rápido", disse Thiemann.

Com os avanços na área da robótica em certas fases do processo, segundo o pesquisador, a ciência progride para cristalizar um grande número de proteínas simultaneamente, em vez de estudar a estrutura de cada uma delas separadamente. "Isso vai reduzir significativamente o caminho para a descoberta e aperfeiçoamento de drogas", explicou.

Ciência Robótica

Segundo o cientista, o processo para obter a cristalização das moléculas - desvendando sua estrutura, sua dinâmica e sua atividade - não é trivial. Suas diversas fases, no entanto, podem ser diferenciados em dois mundos diferentes: a produção de proteína e a cristalização em si.

"Na produção da proteína, apesar de a automação não ter sido tão bem estabelecida, existem vários robôs que podem ajudar em várias fases do processo. Mas isso faz parte do final de cristalização, então temos alguns gargalos fundamentais para superar em todo o processo", disse.

"A automação da montagem da proteína no difratômetro - o equipamento usado para analisar a estrutura da molécula - é fundamental para mudar a escala do processo", disse ele.

Você já viu um vírus?

Uma vez feito isto, o robô se encarrega do resto, o alinhamento do cristal corretamente antes de o feixe de raios-X - "Na minha opinião, este é o ponto que ainda está suscetível a grandes avanços em matéria de inovação. Se o robô pode "fisgar" para o difratômetro de monocristais e colocá-lo em todo o processo, vai passar a um outro nível ", disse Thiemann.

Uma das alternativas atualmente utilizada é o de reduzir as chances de que o cristal cresça livremente na gota de cristalização, imobilizando-a dentro de um capilar.

"Mas estas são iniciativas que ainda estão em fase inicial. Quando o cristal cresce, muitas vezes a intervenção humana é necessária. É preciso discernimento para saber se o cristal é bom ou não,  ou se tem outras características de seu ambiente que precisam ser removidos ", disse ele.

Cristalização Automatizada

Como parte deste processo ainda necessita de intervenção humana, o processo sofre interrupções contínuas. A automatização irá acelerar, dispensar cuidados específicos e ainda trabalhar 24 horas por dia.

"Se, por exemplo, uma enzima com 500 ou mil possíveis compostos para avaliar as características da molécula e, posteriormente, para melhorar a sua ação, nós temos de criar condições para a cristalização de todos esses cocristalizações", observou Thiemann.

"Nesse processo, você precisa encontrar um composto, voltar, cocristalizar o composto, aprender, voltar mais uma vez para sintetizar o composto de novo e assim por diante. Este ciclo pode se tornar muito mais ágil com a automação", disse ele.

Com mais agilidade, seria possível cristalizar as moléculas simultaneamente em grande escala. "Cristalizar a proteína é diferente de cocristalizar a proteína com um inibidor nele. As condições podem ser bastante diferentes dependendo do composto e o número de combinações possíveis é enorme. Geralmente, nós cocristalizamos uma proteína com inibidores de uma ou duas - que dão muito trabalho aos estudantes. Com o robô, nós poderíamos fazer isso em larga escala ", disse ele.

Robótica e inteligência artificial

Para o professor da USP, a tecnologia de robótica está avançando em um ritmo muito rápido, bem como tecnologia da informação, que permite a análise e distinção dos padrões de imagem.

"Além disso, a inteligência artificial faz com que o programa aprenda a fazer exatamente isso, alimenta  o software para que ele possa executar uma próxima rodada, com a maior taxa de sucesso possível", disse ele.

Ele disse que há perspectivas de desenvolvimento desta tecnologia em vários centros no Brasil.

"Existem alguns programas de pós-graduação - como mecatrônica e robótica - para formação de pessoas nessa área. Mas este é essencialmente um segmento multidisciplinar. Precisamos, não apenas de alguém que possa montar um robô, mas alguém que possa fazê-lo com uma finalidade específica. Precisamos de pessoas com diferentes formações, e certamente isso é possível desenvolver no Brasil", disse ele.

Fonte: Everyday Science

quarta-feira, 23 de junho de 2010

Simples Assim!


Alguns meses atrás, enquanto pensávamos aqui na Plano Bê em como divulgar um de nossos principais produtos, o WALK, uma plataforma de desenvolvimento de aplicações para terminais POS (as maquininhas usadas para transações com cartões de crédito), decidimos que a apresentação deveria ser o mais simples e bem humorada possível para que a mensagem fosse passada de forma bem clara e fácil de ser entendida.

Não somos nenhuma agência de publicidade, mas um de nossos valores, sempre foi a CRIATIVIDADE, então inspirados nos trabalhos de um americano chamado Lee Lefever, resolvemos criar um vídeo que pudesse explicar a plataforma WALK e divertir ao mesmo tempo, de maneira simples e criativa.

Eu e meu sócio discutimos alguns pontos mais essenciais, o que a mensagem deveria representar e daí em diante era "arregaçar as mangas" e trabalhar na idéia.


Providenciei então uma super prancheta inteligente (conhecida como folhas de papel sulfite tamanho A4) com recursos de editoração eletrônica de última geração (um lápis e uma borracha) para montar nosso story board, desenhei quadros numerados e montei a primeira versão. Deste primeiro story board, desenhado a lápis e depois de gastar muita borracha e fazer bastante sujeira na mesa de trabalho, fizemos algumas modificações e adaptações até chegarmos a versão final. A idéia era completa, tínhamos pensado nos personagens, na história e no roteiro da animação, sem esquecermos da narração pois a idéia não era de um vídeo de cinema mudo afinal.


Providenciamos um KIT de última geração, daqueles que as melhores agências de publicidade possuem, e lá fomos nós executar o trabalho. O próximo passo foi desenhar os objetos, fazer os contornos, recortes e experimentações e variações de tamanhos. Nesta etapa passei algumas horas na madrugada em casa aprimorando meus grandes dotes como desenhista, pôxa e até me surpreendi, pois até então à mão livre não desenhava nem uma linha reta perfeita, :) Claro, usei um software de desenho no meu falecido NoteBook para me ajudar.


O segundo passo foi providenciar então um grande e profissional estúdio de filmagens, com iluminação de última geração, cercado de LEDs e recursos vistos só em Hollywood. Depois de horas e horas de testes com iluminação, fechando e abrindo janelas, acendendo e apagando luzes (e velas), chegamos a um efeito que julgávamos ser o melhor que poderíamos alcançar, então, era hora de por mãos à obra.


Passamos a filmar em alguns dias (e noites) seguindo o roteiro e respeitando a risca nosso story board até finalizarmos um grande vídeo com muitos frames e muitos erros, desses que a gente comete quando é primário no assunto, afinal nossa experiência com filmagens se dava apenas com nossas câmeras amadoras em festas de aniversários, casamentos (e alguns velórios também :] ).


A edição, recortes, montagem ficou por conta do Luis Gustavo, já que tinha um MACBOOK (olha a maçãzinha acesa lá pra provar) nas mãos entendia mais sobre iMovie do qualquer um aqui na Plano Bê.

A versão final do vídeo, antes da inclusão do áudio, tinha ficado perfeita, claro que respeitando os limites de nossos conhecimentos sobre o assunto, recursos e técnicas utilizadas, mas para a nossa primeira experiência, estava lindo!


Faltava a narração, uma voz que pudesse combinar com o vídeo e passasse a mensagem de forma clara, sem o sotaque de interior mineiro do "poRta abeRta" daqui de nossa cidade. Ai apareceu o nosso "Rouxinol de Ouro", importado da capital, nosso amigo Arthur. Usando também recursos ultra-modernos de captação de som só vistos em estúdios profissionais reconhecidos muldialmente (lê-se um microfone USB que faz parte do game chamado Guitar Hero), gravamos a narração e mais uma vez, como usuário experiente de produtos Apple, o Luis Gustavo usou todas as suas habilidades para sincronizar o áudio ao vídeo e fechamos o projeto.

Pronto estava pronto nosso primeiro vídeo in Plain Portuguese, como é chamada a técnica.

O vídeo tem sido visto por centenas de pessoas no mundo todo, e tem nos rendido alguns elogios e até mesmo serviu para atrair uma oportunidade com uma grande multinacional do mundo dos terminais POS.

A primeira experiência, usando recursos limitados nos rendeu um aprendizado muito importante, o que podemos fazer o que quisermos, se tivermos uma boa idéia e uma excelente execução em equipe.


Assistiu o vídeo? Entendeu? Não? Oras então deixa um comentário ai, mas se entendeu, deixa comentários também ora pois.

Grande abraços a todos e por favor, nos ajudem a divulgar nosso trabalho.

segunda-feira, 14 de junho de 2010

Mundo Mac! Agora sim

Semana passada fui agraciado com a possibilidade de trocar meu antigo notebook Acer Aspire 5000 que, desde 2006, vinha usando para minhas tarefas diárias, inclusive para programar, e obviamente usando Windows XP.

Apesar de já ter tido contado com Macs, pois meu sócio já havia comprado um MacBook em 2007, o Bruno Satierf, que também faz parte de nossa equipe, possuir um MacBook e a Plano Bê ter comprado um iMac em 2008, eu particularmente nunca tinha usado um. Meu desejo em me tornar um "switcher" começou quando meu sócio me mostrava recursos, facilidades e qualidades que só mesmo uma máquina Apple poderia ter. Porém, quando comecei a frequentar alguns eventos sobre tecnologia e perceber que 90% dos participantes usavam MacBooks e os que não usam Macs, tinham Ubuntus em seus Notebooks, percebi que era hora de migrar.

Semana passada, enfim, botei a mão em meu primeiro Mac (um Mac Book Pro de 13 polegadas em alumínio), meu primeiro contato direto com o Mac OS, e pronto, percebi o quanto precisava aprender.

Vou aproveitar este artigo para comentar algo vem sendo discutido nos últimos meses em nosso escritório: "O quanto precisamos aprender!". É verdade, passei a minha vida inteira aprendendo sobre MS DOS, Windows 3.1, Windows 95, Windows Server, Windows XP, e percebi que na verdade eu não aprendi muita coisa.

Uma mudança de ambiente, quando se está moldado, acostumado com certos valores, traz sim um desconforto inicial, um sentimento de que num primeiro momento aquilo não será fácil, mas então é preciso se deixar envolver pelo sentimento do desafio, da coragem de querer re-aprender, e tudo começa a ficar claro. Na verdade, isso se chama também "Mudança de Paradigmas".

Claro, com a ajuda do Fábio Akita, que gentilmente escreveu um excelente Post em seu blog para ajudar os iniciantes no mundo Mac, pude aprender alguns bons truques e muitas coisas a respeito sobre Macs. Ao Akita, muito obrigado.

É realmente incrível a qualidade dos produtos criados pela Apple, a equipe de engenheiros e designers realmente pensam no mínimo dos mínimos detalhes, exatamente como discorrido no livro: A cabeça de Steve jobs.

Para começar o cabo emborrachado de energia que possui uma pequena ponta magnética que se "gruda" instantaneamente no encaixe quando aproximado, com um pequeno e discreto led que indica quando a bateria está em recarga ou cheia.

A estrutura em alumínio em uma peça única, chamada unibody, sem parafusos ou encaixes, o teclado iluminado, o efeito luminoso do teclado iluminado quando se reduz ou aumenta a intensidade de iluminação, a disposição e maciez do teclado, o multi-touch track-pad que traz recursos incríveis para navegação, a qualidade de resolução do monitor, os leds de indicação de potência da bateria na lateral esquerda, enfim, tudo com a máxima preocupação em qualidade, que não aparece apenas no hardware, mas na beleza do sistema operacional e de seus softwares aplicativos.

A interface do Mac OS é realmente incrível, e o que num primeiro momento pareceu ser difícil, foi se tornando tão óbvio e ridiculamente simples que confesso, me senti envergonhado, rss.

A instalação de aplicativos, as configurações de rede, a navegação, a preocupação com um design bonito, limpo, é tudo muito perfeito.

Enfim, passei a entender  porque do grande número de entusiastas pelo mundo por produtos Apple e o porque do grande numero de fãs por Macs, e passei a fazer parte desse grupo. :)

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Falha de comunicação = Desperdício de Dinheiro


Já não me lembro de quantos artigos li a respeito deste tópico de hoje, que trata da Falha na Comunicação entre pessoas dentro de uma organização ou empresa, mas com certeza são muitas dezenas. E não há o que discutir: Falha na Comunicação pode trazer grandes conseqüências, tais quais o aborrecimento, a perda de tempo, de dinheiro e de credibilidade.

Recentemente recebi um telefonema de uma pessoa que demonstrava-se muitíssima interessada em um produto que nossa empresa desenvolveu, o GEDWEB, um sistema eletrônico na WEB que organiza e administra documentos digitalizados ou documentos eletrônicos como planilhas eletrônicas, documentos de textos, imagens, vídeos etc.

A pessoa interessada, ex-funcionária de uma empresa cliente da Plano Bê, conhecia a ferramenta e os benefícios e recursos oferecidos, pois fora um usuário por tempos e pôde aprender a manuseá-la muito bem (acreditava eu).

Recém admitida por uma nova organização, percebeu a oportunidade em adotar, ou inicialmente indicar para seu superior imediato, um sistema de gestão de documentos para gerenciar e digitalizar os inúmeros documentos em papel e as milhões de páginas "organizadas" que estavam espalhadas pela empresa, e naturalmente, como conhecia o sistema GEDWEB da Plano Bê, não pensou duas vezes, passou a mão ao telefone, e fez uma ligação em caráter de URGÊNCIA.

Durante a ligação, ouvi que a empresa estava em atual crescimento e que estavam precisando urgente de uma solução de GED, e que nosso produto se encaixava perfeitamente ao que buscavam resolver, quanto às suas necessidades imediatas: organizar de forma inteligente os milhares de documentos que seriam digitalizados por Scanners que estavam sendo adquiridos.

O convite para uma reunião soou mais com um tom de convocação, pois não havia tempo para aguardar uma data na agenda para a semana seguinte, era preciso ser naquela mesma semana, o mais rápido possível, pois segundo ela, o tempo estava contra todos.

Depois de algumas perguntas e levantamento de algumas informações rápidas que pude fazer ao telefone, percebi que comercialmente era uma boa oportunidade, visto que era uma empresa em atual crescimento, consolidada na cidade, com capital para investimento e o melhor, havia uma pessoa que conhecia o produto dando o apoio necessário para uma negociação mais rápida e aparentemente com grandes chances de fechar o negócio.

Minutos depois recebi um e-mail, redigido então pelo superior imediato da pessoa que havia me ligado, formalizando o convite e constando o endereço, data e hora da reunião. Feito! Seriam 320 kms de estrada para uma possível rápida negociação e quem sabe, voltar com uma proposta aceita e partir para assinatura do contrato comercial.

Em aproximadamente 48 horas após a ligação e 320 kms de estrada até meu fatídico destino, lá estava eu, me encontrando com as pessoas que ali aguardavam ansiosas para ouvir e ver o que seria o então sistema GEDWEB e suas funcionalidades.

Em uma pequena sala, onde todas as 7 pessoas em pé se reuniam, sim em pé, pois a sala era muito pequena para todos se sentarem, prossegui com minha apresentação, argumentação, explicações sobre processos, procedimentos, formas de organização, etc etc etc, quando, um bom tempo depois, ouço um dos ouvintes dizer a seguinte frase: "-Mas porque precisamos usar seu software, se o nosso ERP já possui semelhantes recursos e que pode nos atender perfeitamente?".

Minha reação imediata foi de extrema surpresa e para minha maior surpresa ainda, outras tantas pessoas, em pé, ali naquela sala, também ficaram surpresas. Oras, será que eu tinha ouvido certo ou entendido certo? Para infelicidade geral de todos, principalmente a minha, sim eu tinha ouvido certo.

A empresa já trabalhava com um software de gestão, ou um ERP, como queiram chamar, que possui recursos semelhantes de organização e gestão de documentos digitalizados. Não sei se contém todos os recursos que nosso GEDWEB possui, mas segundo o autor do "disparo", sim e que os poderia atender muito bem.

Alguns segundos depois da fatídica descoberta, havia uma pergunta que não queria calar: "- Então minha vinda aqui não era necessária?", e a resposta veio bem sonora e direta: "- Não". Também pelo mesmo autor do "disparo" citado acima.

Percebi algumas trocas de olhares, e a pessoa que havia me ligado e me convocado para a reunião olhava freneticamente para todos os lados como se tivesse tentando capturar no ar alguma argumentação ou justificativa para minha visita, e ouvi o pior: "-Mas com o software dele, os arquivos ficam menores e ocupam menos espaço de armazenamento!". Pronto, estava feita a bobagem, e nem eu pude me conter diante do absurdo que tinha acabado de ouvir, e definitivamente descobri que a "dita-cuja" nem ao menos conhecia na verdade o produto.

Reagi naturalmente e enquanto ia guardando notebook, cabos de energia, e pastas, não me contive e fui dizendo algumas poucas palavras, que em resumo formaram a seguinte frase: "- Na verdade acho que vocês precisam conhecer melhor o que vocês tem aqui dentro e principalmente se comunicarem melhor".

Até posso entender que a pessoa que me fizera tal "convocação" tenha pouco tempo de casa, então poderia ser justificável talvez um erro deste, mas e o que dizer sobre seu superior imediato, que está na empresa há anos?

Não conhecer as ferramentas que a empresa adotou em 100% de sua totalidade é, em partes, aceitável, mas minha pergunta é: Não poderiam as duas, ou pelo menos a superior imediato ter recorrido ao departamento de TI da empresa e ter levantado tal informação? Não poderiam ambas terem adotado uma estratégia de reconhecimento de informações dentre as 60 pessoas que ali trabalhavam? Não poderiam ter perguntado ao departamento de suporte técnico da empresa que implantou o software de ERP da empresa?

Sim, poderiam ter se comunicado de N formas para evitar N acontecimentos, por exemplo:

Se a pessoa que fez o "disparo fatal" naquela sala de reunião, não tivesse participado da apresentação, a empresa poderia ter contratado e investido alguns milhares de reais por um sistema que nem seria necessário.

Se tivessem levantado as informações necessárias antes de sairem decidindo algo precipitadamente, evitariam a minha viagem de 7 horas de estrada (ida e volta), os custos com pedágios, combustível, refeição e mais o tempo que eu e todos os membros lá presentes na reunião, perderam, aliás, evitariam a situação desconcertante daquele momento.

Devo admitir que devo ter minha parcela de responsabilidade nisso tudo. Ter confiado tão cegamente na situação e na pessoa que havia feito o convite talvez tenha sido uma falha, pois poderia ter investigado com mais cautela a situação e montado um plano estratégico para a visita comercial, mas, conseguia ver apenas os sinais que apontavam para a "venda certa", e como um urso que cai numa armadilha na floresta, lá estava eu caindo numa verdadeira armadilha comercial.

Considero que a Falha de Comunicação aqui envolve, além das pessoas da empresa na frente do projeto, a mim também pois poderia ter elaborado um questionário ou check-list antes da ida à caça e então levantado as informações corretas que me poderiam me direcionar para o que efetivamente fazer: ir ou não ir.

Lição vivida, lição aprendida.

Espero postar em outro artigo, as estratégias que tomarei nas próximas vezes que receber um telefone que indique a "venda certa".

Obrigado pela leitura e sucesso a todos!

quarta-feira, 1 de julho de 2009

Singularidade: Ficção? Não, Realidade!


Talvez ao terminar de ler este post você possa pensar que tudo não passa de uma tremenda balela, ficção ou algo sem nenhum sentido. Respeito a opinião e as limitações de compreensão de cada pessoa, assim como respeito o pensamento criativo de muitas outras, porém o que expresso neste texto a seguir, reproduz tacitamente aquilo em que acredito e confio que acontecerá, ou melhor, que já está acontecendo!

Trata-se da Singularidade Tecnológica, o que para muitos não passa de um conceito ou teoria, mas que para mim é PURA REALIDADE.

Introdução: Um pouco de história

Vernor Steffen Vinge, um cientista da computação, ex-professor de matemática da Universidade Estadual de San Diego, autor de vários livros premiados sobre ficção científica refere-se a Singularidade Tecnológica da seguinte maneira:

"Com o avanço da tecnologia, em um futuro próximo, criaremos - ou nos tornaremos - criaturas que ultrapassem os seres humanos nas dimensões intelectual e criativa. Eventos que vão além disso, são tão inimagináveis para nós quanto uma ópera é para um verme."

Vamos a algumas poucas considerações iniciais para então, no decorrer do texto, entendermos essa tal Singularidade:
Só depois de 1.943 anos da era crsitã (DC) é que o primeiro computador, chamado de ENIAC, começou a ser projetado na Universidade da Pensilvânia. Era composto por 18.000 válvulas, 15.000 relês e emitia o equivalente a 200 quilowats de calor;
No início dos anos 60 nascia um projeto militar americano chamado ARPANET que mais tarde evoluiu e se tornou a Internet que conhecemos atualmente;
28 anos depois do ENIAC, nascia o primeiro micro-chip, criado pela Intel, o Intel4004, no ano de 1971;
Muito mesmo antes da década de 70 terminar ou a de 80 iniciar, nasciam os primeiros computadores pessoais, período este que foram criados o Apple II, o TRS 80 da Tandy ou ainda o Zx 80 da Sinclair;
A partir de 1.985 a Internet começou a tomar impulso e começou a sua jornada para se tornar a grande rede que conhecemos hoje;
    Em uma análise mais sintética, podemos destacar nosso testemunho real no incrível avanço na forma com que as pessoas no mundo estão se interagindo, trocando informações e se comunicando. Nos primórdios, o telégrafo, o telefone, a telefonia celular, o e-mail, os softwares de mensagens instantâneas (msn messenger, skype, gtalk, etc), os blogs, os sites de relacionamento (Orkut, Facebook, AI5, etc), a voz sobre IP (VoIP) entre outras dezenas de formas de iteração humana.

    E o que dizer sobre o modo como ouvimos música, assistimos aos nossos programas favoritos, ficamos sabendo das últimas notícias, compramos nossos CDs, livros, presentes e até carros hoje em dia?

    E porque não analisarmos o modo com que cozinhamos? Do fogão a lenha a avançados micro-ondas e fogões com programação de cozimento para pratos específicos. Geladeiras com acesso à Internet para concluir automaticamente uma lista de compras on-line sem que a dona de casa vá fisicamente as compras.

    Sem falar no modo com que nos transportamos com os carros cada vez mais inteligentes e velozes, nos tratamos de doenças com os mais diversos tipos de medicamentos, cuidamos da aparência com produtos cosméticos cada vez mais avançados, dos uniformes esportivos que usam tecnologia da NASA, e outros tantos avanços e descobertas que nem imaginamos existirem ainda, sendo de conhecimento de poucos pesquisadores em nosso mundo.

    Ah, não poderia deixar nunca de citar ainda que: Há poucas décadas atrás, mandamos o homem ao espaço, a Lua, mandamos um robô até Marte e conseguimos fotografar o universo, descobrimos novas estrelas e planetas, novas galáxias, conseguimos partir a menor parte, o átomo, aprendemos sobre buracos-negros e buracos-brancos, mapeamos nosso DNA, deciframos a nossa identidade biológica, criamos a teoria do big-bang, descobrimos muito sobre nossos ancestrais dinossáuros, escavamos, explodimos, dividimos, multiplicamos, clonamos, criamos coisas que salvam e que tiram vidas.

    Enfim, dá para se imaginar que a grande maioria desses acontecimentos ocorreram nos últimos 100 anos? Muito tempo? Vamos encurtar então: dá para imaginar que muito disso tudo aconteceu nos últimos 20 anos?

    Eis onde quero chegar com toda esta introdução!


    "A humanidade está prestes a testemunhar uma das maiores transformações históricas que irá transceder o modo como vivemos, pensamos e conhecemos a vida".
    Lei de Moore

    Todos os grandes acontecimentos, mudanças e evoluções e revoluções tecnológicas, aconteceram num espaço muito curto de tempo, numa velocidade incrivelmente assustadora, e mais, as descobertas científicas e tecnológicas são cada vez mais velozes e entram para nossa história cada vez mais rápidas e, não podendo ser diferente, fazem parte de nossas vidas e nosso cotidiano cada vez mais cedo.

    Algumas décadas atrás, um tal de Gordon E. Moore, presidente da Intel em 1965, fez a seguinte previsão: "o poder de processamento dos chips teria um aumento de 100% a cada período de 18 meses", em outras palavras, uma PG (progressão geométrica) onde, se no primeiro período de 18 meses, o poder de processamento aumenta de 1 para 2, no vigésimo ele crescerá absurdamente de 524.288 para 1.048.576. Acontece que a previsão de Moore dava sinais de que estava correta e acabou sendo conhecida mundialmente como a Lei de Moore.

    Vejamos, a grosso modo, não só apenas os chips duplicariam seu poder de processamento a cada 18 meses, pois o que dizer das capacidades dos HDs, dos Pen-Drives, da evolução das memórias RAM, a redução no tamanho dos dispositivos eletrônicos e a comunicação sem-fio? A que tamano podem chegar um micro-chip, um computador?

    Hoje é possível usar a Internet com dispositivos móveis usando banda larga através da tecnologia 3G a velocidade nunca imaginada há 1 década atrás. E eu pergunto: Quem ouviu falar de 3G há 1 década atrás? Confesso que particularmente não ouvi e não conheci ningém que teria ouvido.

    Está para acontecer um ponto de ruptura entre o hoje e o amanhã, entre o que sabemos e conhecemos e o que ainda vamos descobrir, entre o que criamos e o que será criado, entre as tecnologias de agora e as de daqui a pouco, entre o homem da sociedade de hoje e o homem da sociedade de amanhã.

    A palavra da vez

    Tecnologia é a palavra da vez. Nunca se havia associado tal palavra a tantos outros estudos como nos dias atuais. Biotecnologia, Nanotecnologia, Sociotecnologia, Geotecnologia, Tecnologia do Meio-Ambiente, tecnologia, tecnologia e tecnologia. Onde irá parar a tecnologia?

    A Nanotecnologia, que tem por seu princípio básico a construção de estruturas e novos materiais a partir dos átomos, está criando "nano-coisas" que serão capazes de feitos incríveis, como os nano-robôs por exemplo, que poderão atuar em nosso sistema imunológico como anticorpos e reforçarem nosso sistema de defesa contra vírus e bactérias, como verdadeiros robôs de guerra, só que numa escala atômica.

    A Biotecnologia, que já vem sendo utilizadas na manipulação genética, principalmente no que se refere a produtos agrícolas, energia, alimentos e animais e outras tantas áreas de nossas vidas tem participação fundamental nesta transformação por qual passamos.

    Tal tecnologia já nos permite criar alimentos que nascem com sabores diferentes, como o café transgênicos que pode florescer com aroma de chocolate, ou que são imunes a pragas desde o plantio dispensando o uso de agrotóxicos. Plantas com características e cores nunca antes vistas já podem ser manipuladas em laboratórios, medicamentos de dose única que libera sua substância medicamentosa em períodos programados ao longo do dia isentando o paciente de repetir as doses várias vezes ao dia já são realidades.

    Polêmicas a parte, a Biotecnologia foi a responsável pela possibilidade da clonagem de órgãos humanos, o cultivo de novos orgãos a partir de animais, a clonagem (abro um parênteses aqui para dizer o seguinte quanto a clonagem: Tenho certeza absoluta que em algum lugar, já experimentaram a clonagem humana e que esta já funciona perfeitamente, fecho parênteses), até mesmo já possível optar pela escolha de características físicas de um bebê por fertilização in-vitro como a cor dos olhos, cabelo e até o sexo de bebês.

    O futuro que virá, já começou!

    Refletindo sobre o que a Informática, a Robótica, a Eletrônica, a Mecânica, a Mecatrônica, a Nanotecnologia e a Biotecnologia já promovem de transformações em nossas vidas e levando em conta a velocidade das transformações dos ciclos de descobertas em cada uma dessas áreas, posso imaginar o que está por vir.

    Em pouco tempo, algumas décadas, talvez menos, todas essas tecnologias se fundirão fantasticamente, promovendo grandes transformações e tudo o que conhecemos, sabemos, sentimos e vivemos será afetado grandiosamente.

    Se tais tecnologias já fazem o que fazem atualmente, imaginemos o próximo período entre 20 e 50 anos o que poderiam fazer. Seremos sim a união do que é biológico com o que é tecnológico. Implantes, órgãos eletrônicos, mecânicos e sintéticos se confundirão com organismos biológicos.

    Seremos capazes de nos comunicar instantâneamente uns com os outros sem uso de aparelhos aparentes. Nos depararemos com a possibilidade do conhecimento instantâneo, como se por milagre pudéssemos fazer uma busca em uma base de conhecimento global sobre qualquer assunto de qualquer área ou natureza, apenas com o simples desejo de saber, isso mesmo, como se pudéssemos acessar uma super enciclopédia virtual, confiável, sem ao menos usar um computador ou um aparelho móvel como um celular, em outras palavras, faremos uma busca apenas usando o nosso desejo de aprender.

    E se questionarmos como tal afirmação seria possível, basta imaginarmos que hoje é possível, via rede 3G, a partir de um pequeno equipamento móvel como um celular, acessar a Internet e procurar sobre qualquer assunto, nos comunicar com quem quiser, ler emails e por ai vai. Então, porquê não poderemos ter em nosso organismo um sistema de comunicação avançado sem fio que nos permita tal feito?

    Poderemos nos comunicar com qualquer pessoa em qualquer idioma sem a preocupação de estudarmos novas línguas durante tantos anos de nossas vidas. Seremos capazes de nos regenerar instantâneamente a lesões ou ferimentos, graças à Nanotecnologia que nos permitirá que as "nanos-coisas" em nossos organismos reparem os locais atingidos em poucos minutos ou segundos.

    Haverá a possibilidade de órgãos eletrônicos que substituirão os biológicos, como corações, rins e fígados, que poderão ser substituídos por máquinas que realizam suas funções vitais com mais eficiência e precisão.

    A Inteligência Artificial será uma realidade, teremos máquinas pensantes que aprendem e que criam novas máquinas, que tomam decisões. Teremos programas de computador que fazem programas de computador, software gerando software, mais inteligentes, mais lógicos, mais precisos.


    Os aparelhos que conhecemos hoje não serão nem de perto parecidos com o que usaremos no futuro, pois a Nanotecnologia permitirá que os aparelhos tomem formas diversas, mudem de cor instantâneamente e se pareçam como quisermos, a exemplo disto, nos dias de hoje há experimentos com aparelhos de celular que usam a Nanotecnologia, que mudam de forma e cor de acordo com uma bolsa de uma mulher. Veja um vídeo conceito sobre o aparelho aqui.

    A velocidade da Internet e a própria Internet não serão mais as mesmas. Teremos uma rede de comunicação com um padrão de troca de informações mundial centenas de vezes mais avançada e rápida do que a conhecemos hoje.

    A forma como nos comunicamos, nos informamos, nos divertimos e nos reproduzimos será incrivelmente transformada, impulsionada pela grande evolução tecnológica.

    Ficção ou Realidade?

    Todos nós já assistimos pelo menos 1 filme de ficção científica que fizesse analogia com o futuro. Filmes como a série Terminator (Exterminador do Futuro), a trilogia de Matrix, Minority Report, Eu Robô, A.I. (Inteligência Artificial), O Homem Bicentenário, o clássico 2001 Uma odisséia no espaço, e tantos outros.

    Minha narrativa acima quanto ao que penso sobre o futuro da tecnologia em nossas vidas até parece um roteiro desses filmes, ai pergunto: Haveria alguma razão para muito do que vimos nesses filmes não se tornar realidade? Para mim, razão nenhuma. Se analisarmos o que já vimos em filmes como na série 007 com James Bond, usando toda uma coleção de aparatos tecnológicos que se transformaram em realidade, podemos pensar que alguns desses filmes são apenas a ilustração daquilo que está por vir.

    Claro, há sim de se considerar o que é verdadeiramente ficção ou não, como em Matrix sermos utilizados como baterias para as máquinas sobrevirem ou a capacidade de prever um crime antes mesmo dele ser praticado, como em Minority Report. Detalhe: Pelo menos nos próximos períodos de 20 a 50 anos, mas porque não em 100, 200 ou 500 anos isso não seria possível?

    As oportunidades e os Oportunistas

    A transformação que estamos prestes a presenciar, que está para acontecer, não será de um dia para outro nem de 1 mês para outro, porém há de se considerar a velocidade com que isso vem acontecendo, logo, o processo já está em andamento.

    Para a nossa geração de jovens e crianças de hoje, se abrirá uma porta gigantesca de oportunidades e novas possibilidades. Já se pode perceber a inclusão de novas formações acadêmicas envolvendo Biotecnologia, Nanotecnologia, Tecnologia do Meio-Ambiente e outras diversas linhas no campo da ciências exatas no mundo todo. Financiamentos de projetos e pesquisas, premiações de pesquisas acadêmicas e outros incentivos são cada vez mais comuns, até mesmo no Brasil, basta acessar o site do FINEP para saber o que já estão promovendo.


    Os jovens de nossa geração, que se tornarão os cientistas e pesquisadores de amanhã, tem nas mãos a oportunidade de participar e fazer parte das transformações da nova era tecnológica e poderão entrar para a história.

    As transformações pelo qual passaremos então, também abrirá portas para novas oportunidades e negócios no mundo todo, gerando bilhares e bilhares de dólares, euros ou seja lá a moeda que for, em lucros para as corporações que se anteverem e enxergarem tais oportunidades. Não posso deixar de citar também que muitos aproveitarão das oportunidades e possibilidades e irão buscar o poder, a possibilidade de ser superior a outras pessoas, de tirar proveito da fraqueza dos menos capacitados na época, prática comum do ser-humano.

    Os problemas também virão


    Tanta evolução, tanta novidade e tantas mudanças não trarão apenas grandes benefícios, mas também grandes problemas a serem enfrentados, e isso já está sendo previsto.

    Recentemente soube que a Google e a Nasa já estão tomando providências antecipadamente para promover uma Universidade que visará a formação de pessoas que estudarão os problemas causados pelo avanço tecnológico, evitando assim, por exemplo, que computadores com capacidade intelectual dezenas de vezes mais potente que a dos seres-humanos, possam nos dominar e passar a ter o controle, assim como na série de filmes Terminator, onde uma rede neural formada por computadores super-inteligentes chamada Skynet toma o controle do mundo e se torna superior a raça-humana.

    A universidade já tem nome, e se chamará Universidade da Singularidade e será coordenada pelo então famoso Ray Kurzweil, um grande inventor e futurista americano, visionário e defensor da singularidade tecnológica, do qual sou fã de suas idéias e invenções. Kurzweil escreveu um livro em 2005 intitulado "A Singularidade está próxima", onde o escritor prevê que os computadores serão mais inteligentes que o ser-humano até a metade desse século.

    Há uma palestra de Kurzweil no TED falando sobre a universidade da singularidade, que vale muito a pena ser assistida. Também há outras matérias sobre Kurzweil no Youtube falando sobre singularidade (aqui, aqui e aqui).

    Em se falando de problemas, na minha opinião o maior de todos será o social, pois, a evolução não chegará a todos os seres-humanos nem a todo o mundo. Muitas pessoas não terão acesso a tecnologias, as transformações, as possibilidades do futuro. Serão como uma casta não evoluída, ficando a mercê de uma casta tecnológicamente evoluída e "superior". Haverá muito sofrimento e dor!

    Espero que a Universidade da Singularidade preveja isso, para tentar amenizar os seus efeitos.

    Para fechar o assunto

    O tema Singularidade Tecnológica é muito extensa, tem muitas vertentes, é muito controversa e polêmica, pois trata de um assunto que faz previsões futuras do que pode ou não acontecer nas próximas décadas, nos próximos séculos e não há muitas pessoas preparadas para acreditarem que isso será possível.

    Compartilho da opinião de muitos visionários que acreditam na velocidade das transformações, que estamos vivendo o momento do início da virada tecnológica, que se dará a partir do hoje.

    Parece insanidade tentar imaginar o que será de nós seres-humanos no futuro, num futuro não tão longe quanto alguns possam imaginar, mas particularmente espero estar vivo para presenciar parte disso tudo.

    Uma coisa é certa, não se levará outros 1.943 anos para acontecer, será muito muito antes que isso.

    PS: A maioria dos links que usei estão direcionando para artigos em Inglês pela qualidade e riqueza de informações que não encontrei em artigos em português.